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O Mundial e o medo antes da viagem
Num café de bairro, uma frase sobre o México basta para mostrar como uma narrativa pode viajar mais depressa do que os factos. Entre futebol, medo, turismo e redes digitais, o Mundial de 2026 revela que os grandes eventos também se disputam nas histórias que chegam antes das pessoas.
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Quando o boato se torna poder
Do café da esquina aos grupos de mensagens, o boato mudou de velocidade. Esta crónica observa como a inteligência narrativa pode ajudar a distinguir uma preocupação legítima de uma operação organizada para gerar medo, suspeita e dano.
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Amar os livros não é o mesmo que ler. Os filhos sabem.
Existe uma distinção que os estudos sobre hábitos de leitura raramente formulam com clareza: a diferença entre amar os livros e ler. As duas coisas não são a mesma. O que se transmite, na maioria dos casos, não é o hábito de ler. É a posição social da leitura. A ideia de que livros são importantes. A retórica da sua necessidade. Isso é muito diferente de transmitir o prazer concreto, físico, quase viciante, de acabar um capítulo às duas da manhã porque não se consegue largar
7 min de leitura


Justiça à Medida do Partido
Alberto Carvalho analisa o estudo e denuncia as consequências morais desta justiça com dois pesos.
3 min de leitura
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