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Maria do Rio e a banca de flores que ainda sabe ouvir a praça
Maria do Rio entra na praça para comprar maçãs e acaba diante da banca da Amélia, onde flores, conversas e pequenos gestos revelam um país que ainda resiste na vida comum. Entre uma criança que leva cravos a uma professora triste e uma mulher que compra flores para pedir desculpa, a crónica mostra como uma praça pode guardar aquilo que a cidade apressada vai esquecendo.
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