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As Laranjas de Sevilha | Conto real
Mais tarde, quando os homens estavam na sala a ver televisão, as duas ficaram na cozinha a lavar a loiça. Sofia lavava, Helena secava. E foi ali, entre pratos molhados e o murmúrio distante da televisão, que Sevilha deixou de ser uma cidade e passou a ser uma pergunta.
6 min de leitura


Pai e filha após doze anos de silêncio
Uma carta breve traz Leonor de volta à casa onde o silêncio durou anos demais. Em Bragança, um pai viúvo é obrigado a confrontar a omissão que feriu a filha e a perceber que há gestos tardios que não reparam o passado, mas recusam escondê-lo.
19 min de leitura


Cinco e Vinte e Três
Naquela sexta-feira de calor parado, quando a escola já se esvaziava por dentro, Leonor pensava apenas em fechar gavetas, alinhar papéis e sair. Mas a chegada de um antigo aluno, fora de horas e com um pedido impossível, abre no gabinete uma brecha mais funda do que a do expediente. Entre um carimbo, uma declaração improvisada e uma chave deixada sobre a mesa, o conto acompanha o peso discreto das perdas que não acontecem de uma vez, mas por acumulação de pequenos gestos falh
11 min de leitura


Tenho de lhe confessar uma coisa
A Carta Que Nunca Enviei. Nem toda a história de amor precisa de ter acontecido para durar para sempre.
7 min de leitura


As Estações do João
Um rapaz, um comboio e uma pergunta que ninguém soube calar.
2 min de leitura


Vi um homem a segurar o casaco de uma criança
Vi um homem a segurar o casaco de uma criança
1 min de leitura
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