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Inteligência artificial em Lisboa: só um café
Num café com um quadro de preços, um cliente conversa com um robô que carrega portáteis e papéis. Banda desenhada do Atlantic Lisbon sobre inteligência artificial em Lisboa.
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Trotinetes em Lisboa: o passeio é delas
Uma pilha de trotinetes ocupa o passeio de uma rua com azulejos, enquanto uma senhora de bengala tenta passar. Banda desenhada do Atlantic Lisbon sobre trotinetes em Lisboa.
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Alta velocidade: o alcance da obra entre Porto e Oiã
Alta velocidade entre Porto e Oiã: o alcance dos primeiros 71 quilómetros, o financiamento e as etapas necessárias para completar a ligação a Lisboa.
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Teletrabalho em Lisboa: o fuso é do patrão
Uma mulher trabalha num portátil, numa varanda de Lisboa, enquanto o patrão a observa num ecrã de videochamada. Banda desenhada do Atlantic Lisbon sobre teletrabalho em Lisboa.
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Pastel de nata em Lisboa: o novo monumento
Turistas fotografam um pastel de nata gigante, erguido num pedestal numa praça, enquanto uma senhora os observa. Banda desenhada do Atlantic Lisbon sobre o pastel de nata em Lisboa.
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Calor em Lisboa: o aquecimento global é local
Um homem de leque vermelho transpira num banco, sob um sol enorme. Banda desenhada do Atlantic Lisbon sobre o calor em Lisboa.
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Alojamento local em Lisboa: a casa já tem fila
Um homem de casaco comprido digita um código numa caixa vermelha, à porta do número 23, com uma longa fila de turistas de mala atrás. Banda desenhada do Atlantic Lisbon sobre alojamento local em Lisboa.
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Apartamento em Lisboa: vista mar e vizinhos
Um agente apresenta a uma mulher debruçada num parapeito uma varanda minúscula, com cadeira, planta e gato. Banda desenhada do Atlantic Lisbon sobre apartamento em Lisboa.
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Habitação em Lisboa: casa pequena, renda real
Um casal examina, numa mesa, uma casa em miniatura com um QR code na porta. Banda desenhada do Atlantic Lisbon sobre habitação em Lisboa.
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DISCURSO DE ACEITAÇÃO DO PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA
Num discurso de aceitação do prémio Nobel da Literatura imaginado, o narrador regressa a uma sala de aula em Arroios. Entre um corredor, duas mãos e dois cadernos, fala da língua, da memória e do que os livros conservam.
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Lisboa e os Rapazes que Atravessam a Cidade
Os adolescentes em bicicletas elétricas irritam Lisboa porque interrompem mais do que o trânsito. Expõem uma cidade arrumada para ser vista, mas cada vez menos disponível para quem cresceu nela. Entre perigo, gesto e pertença, a velocidade torna-se uma linguagem urbana.
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A Palavra Que Reduz
Entrei numa loja de livros usados no Chiado e encontrei um retrato antigo de um homem famoso. Não era o homem que me prendeu, mas o mecanismo: a pressa em transformarmos pessoas em palavras portáteis, mitos fáceis, certezas rápidas. Em Lisboa, essa redução tem salas, rituais e um silêncio cúmplice.
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O General Que Esperou Dois Anos Pelo Golpe Fatal
Chegou a Lisboa a 26 de abril de 1934, recebido com “vivas” no cais, e instalou-se no Estoril como quem entra numa antecâmara política. José Sanjurjo trazia a Sanjurjada falhada, dois anos de prisão e uma amnistia recente; trazia, sobretudo, a certeza de que a conspiração não tinha morrido com o fracasso. Entre 1934 e 1936, Portugal foi mais do que cenário: foi abrigo, rede e plataforma discreta de preparação. E, quando o golpe de julho de 1936 rebentou, Sanjurjo morreu em Ca
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O peso invisível dos dias
Lisboa deserta ensina-nos que o vazio é promessa, não ausência.
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Lisboa, cidade sem testemunhas
Um retrato poético da solidão urbana e do que fica por dizer.
3 min de leitura
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