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Maria do Rio e as pequenas coisas que governam Portugal
Maria do Rio parte de um café antigo, de uma torrada na chapa e de uma mulher que faz contas no autocarro para observar o país que raramente cabe nos discursos oficiais. Entre mercearias, escolas, vizinhos e gestos mínimos, a crónica mostra como Portugal continua a ser sustentado por decisões pequenas, invisíveis e profundamente humanas.
5 min de leitura


Maria do Rio e a banca de flores que ainda sabe ouvir a praça
Maria do Rio entra na praça para comprar maçãs e acaba diante da banca da Amélia, onde flores, conversas e pequenos gestos revelam um país que ainda resiste na vida comum. Entre uma criança que leva cravos a uma professora triste e uma mulher que compra flores para pedir desculpa, a crónica mostra como uma praça pode guardar aquilo que a cidade apressada vai esquecendo.
5 min de leitura


Manual para Começar a Escrever
Como escrever sem licença, sem pressa e sem pedir desculpa.
6 min de leitura


Primeiras páginas não têm índice
Sobre começar sem mapa e dar ao tempo uma forma que não se quebra.
5 min de leitura


O peso invisível dos dias
Lisboa deserta ensina-nos que o vazio é promessa, não ausência.
4 min de leitura


Lisboa, cidade sem testemunhas
Um retrato poético da solidão urbana e do que fica por dizer.
3 min de leitura
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