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Pessoa, a IA e o problema de saber quem escreve
Fernando Pessoa criou vozes capazes de sustentar uma identidade inteira. Um século depois, sistemas de inteligência artificial escrevem romances em minutos — mas ainda tropeçam onde Pessoa parecia não tropeçar: na continuidade de uma voz.
7 min de leitura


Portugal prometeu reparar 1497. A sinagoga pagou a fatura.
Em 2015, Portugal criou uma via de nacionalidade para reparar 1497. Abramovich usou-a primeiro. A sinagoga do Porto pagou a fatura.
9 min de leitura


Quando o boato se torna poder
Do café da esquina aos grupos de mensagens, o boato mudou de velocidade. Esta crónica observa como a inteligência narrativa pode ajudar a distinguir uma preocupação legítima de uma operação organizada para gerar medo, suspeita e dano.
5 min de leitura


Amar os livros não é o mesmo que ler. Os filhos sabem.
Existe uma distinção que os estudos sobre hábitos de leitura raramente formulam com clareza: a diferença entre amar os livros e ler. As duas coisas não são a mesma. O que se transmite, na maioria dos casos, não é o hábito de ler. É a posição social da leitura. A ideia de que livros são importantes. A retórica da sua necessidade. Isso é muito diferente de transmitir o prazer concreto, físico, quase viciante, de acabar um capítulo às duas da manhã porque não se consegue largar
7 min de leitura


A Língua Portuguesa: a pátria invisível
A língua portuguesa é casa e herança: a pátria invisível onde nos reconhecemos.
3 min de leitura


Ler e ouvir o Atlantic Lisbon
O Atlantic Lisbon publica ensaios, crónicas e textos longos em português. Os artigos podem ser lidos no site e, quando disponível, ouvidos através de voz sintetizada.
8 min de leitura
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