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Portugal Vigia Agressores. Não Sabe Quantos Reincidem
Em 2025, 148 mulheres foram mortas no Brasil apesar de terem uma medida protetiva em vigor. Portugal usa mais de 1.600 pulseiras em processos de violência doméstica, mas ainda não sabe quantos agressores reincidem. A comparação revela o privilégio de não conhecer o próprio fracasso.
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Como a Indústria do Kratom Capturou Washington
A questão de saber se o kratom é perigoso deixou de ser relevante para o processo político americano. O que é relevante é quem paga e quem conhece quem. O que este caso revela não é corrupção individual — é um modelo de governação em que a captura regulatória é uma funcionalidade, não um risco.
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Violência doméstica em idosos: os 4.049 que o RASI não analisa
Em 2025, 4.049 pessoas com mais de 64 anos apresentaram queixa por violência doméstica em Portugal. O agressor é frequentemente um filho, um neto, um cuidador. A casa que devia ser abrigo na última fase da vida tornou-se o sítio do perigo — e o sistema de resposta não foi desenhado para esta porta de entrada.
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Bondi, Roy Cohn e o colapso da independência judicial nos EUA
Trump não inventou a ideia de usar o Departamento de Justiça como instrumento pessoal — encontrou a convenção suficientemente erodida para o fazer sem custo imediato. O que Bondi deixa para trás não é uma procuradora-geral falhada: é a demonstração de que a subordinação total é possível, e o precedente para quem vier a seguir.
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O vidro, o ecrã, o segundo antes da morte
Em Minneapolis, Alex Pretti, enfermeiro de cuidados intensivos, morreu numa intervenção com agentes do ICE e da Border Patrol. A morte foi filmada e multiplicada por vários ângulos. A prova não encerrou o caso: abriu uma guerra pela leitura. Num vídeo, Pretti segura um telemóvel; a arma é afastada e volta como símbolo. O conflito passa a ser quem manda no sentido do que todos viram — e no que fica fora de câmara.
9 min de leitura


Portugal, perdão presidencial e confiança na justiça
Quando um país se habituar à ideia de que o perdão presidencial é um privilégio para alguns e não uma exceção para todos, já não está apenas a discutir justiça: está a negociar a própria confiança na República.
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O Preço do Perdão — Parte III: O Rosto e a Máscara
Ensaio sobre o perdão presidencial e a justiça que se mascara quando a clemência deixa de ser exceção e se torna instrumento político, corroendo a confiança na democracia.
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O Preço do Perdão – Parte II: A Justiça que se Desvia
Um ensaio sobre a erosão silenciosa da justiça quando a exceção se transforma em método. A segunda parte aprofunda a anatomia de um país que aprende a não ver.
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O Preço do Perdão — Parte I
Um ensaio sobre o poder de perdoar e o risco de transformar a clemência num instrumento de influência. Quando o perdão deixa de ser exceção moral e passa a ser método político, a República entra numa zona de sombra.
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O Juiz que Fez da Justiça um Altar
Frank Caprio mostrou que julgar é, antes de tudo, compreender.
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Uma homenagem a Frank Caprio
Uma homenagem a Frank Caprio, que fez da lei um ato de misericórdia.
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