Paris entra em 2026 com fogo no Arco do Triunfo
- O Caderno

- 1 de jan. de 2026
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Perto da meia-noite, os Champs-Élysées foram ficando densos, passo a passo. Grupos de amigos, algumas famílias e muitos turistas avançaram devagar pela avenida, todos com o olhar preso ao Arco do Triunfo.
Multidão reúne-se nos Champs-Élysées para a passagem de ano.
À meia-noite certa, o Arco serviu de palco: fogo de artifício e luz projetada sobre a pedra marcaram a entrada em 2026. A imagem é atual e corresponde ao momento exato da passagem de ano.
Houve aplausos, gritos curtos, telemóveis levantados. A celebração concentrou-se naquele eixo da cidade, com o monumento a impor-se como ponto fixo da noite.
Segundo dados comunicados pelas autoridades municipais, estiveram no local dezenas de milhares de pessoas. O dispositivo de segurança foi visível, com policiamento reforçado, controlo de acessos e limitações à circulação automóvel, num modelo usado em eventos de grande afluência.
A cena em Paris inseriu-se na sequência global do fim de 2025 e da chegada de 2026, já assinalada noutros fusos horários. No mesmo intervalo, várias cidades europeias e capitais noutras regiões tinham concluído as suas próprias celebrações públicas.
O espetáculo no Arco do Triunfo voltou a ser o ponto central da noite parisiense, concentrando público e logística num único local. A escolha permitiu organizar a cidade num perímetro controlado, com impacto direto no trânsito e na gestão de multidões.
Muitos participantes registaram o momento em tempo real, com fotos e vídeos partilhados minutos depois. A presença de visitantes foi evidente, tanto na composição do público como no ambiente, com várias línguas ouvidas ao longo da avenida.
As autoridades francesas insistiram numa prioridade operacional: manter o evento seguro e previsível, num contexto em que grandes ajuntamentos exigem planeamento rigoroso e resposta rápida a qualquer incidente.
A limpeza urbana deverá iniciar-se pouco depois do fim do espetáculo, com equipas municipais a atuar ainda durante a madrugada para desocupar a avenida e repor a circulação de forma gradual.
Com a entrada em 2026, Paris fechou a noite com um evento concentrado no centro da cidade e um regresso progressivo à normalidade. O primeiro dia do ano tende a ser mais lento, com menos movimento e um balanço natural do que ficou para trás.
Foi um momento inolvidável.
Autor: Atlantic Lisbon




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